Jornalista do SBT é agredido durante cobertura de ocupação da UERJ


Um dos principais jornalistas do SBT Rio, onde atua como repórter e apresentador eventual, Daniel Penna-Firme passou por momentos difíceis enquanto trabalhava na manhã desta quarta-feira (2).
Daniel foi cobrir o segundo dia de ocupação do Campus de Maracanã da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde cerca de 300 estudantes estão para reivindicarem o pagamento de bolsas atrasadas aos cotistas, assim como o salário de funcionários e terceirizados. Enquanto fazia uma reportagem, ele foi agredido verbalmente e fisicamente, segundo relatou em seu Facebook pessoal.


"Acabo de ser agredido fisicamente por um aluno da UERJ enquanto fazia o meu trabalho cobrindo a ocupação do campus. Tudo porque nossa equipe gravava uma reportagem sobre a falência do estado, tendo como mote a mobilização dos alunos, que tomaram para si as dores dos funcionários sem salário. Foi uma agressão leve, mesmo assim, trata-se de um fato lamentável, que coloca em xeque a credibilidade de um movimento movido por uma causa tão nobre. Fui chamado gratuitamente de safado, vendido, fascista, porco e outros adjetivos muito comuns na boca de certos 'militantes' quando se referem ao nosso trabalho", afirmou Penna-Firme.
Essa não é a primeira vez que o repórter passa por situação do gênero. Em março de 2013, durante a retirada dos índios da Aldeia Maracanã, na mesma região da Universidade, ele foi agredido por um policial enquanto estava no ar.

Daniel Penna-Firme faz reportagens para o SBT Rio e também é apresentador eventual dos telejornais locais da emissora, geralmente o "SBT Rio Manhã".


Natelinha

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